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Saúde • Ginecologia E Obstetricia • EBSERH • 2025
Gestante com 32 semanas, sem doenças prévias e com pré-natal sem intercorrências até o momento, chega à emergência obstétrica com cefaleia que não melhorou com uso de dipirona e sem outras queixas. Ao exame clínico foi constatada pressão arterial de 170 x 110 mmHg. O útero estava com tônus normal, sem atividade contrátil. O batimento cardíaco fetal estava em 144 bpm. Foi internada e a pressão arterial continuou elevada nas 24 horas seguintes. Os exames laboratoriais evidenciaram hematócrito de 34%, contagem de plaquetas em 60.000, creatinina plasmática de 1,5 mg/dL e proteinúria de 130 mg/24 horas. O diagnóstico mais provável diante desse quadro é
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