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Saúde • Gastroenterologia • UFOP • 2024
Paciente do sexo feminino, 47 anos de idade, sem comorbidades, com histórico de colecistectomia devido à colecistolitíase sintomática há cinco anos é atendida no pronto-socorro com quadro de dor abdominal em hipocôndrio direito, tipo cólica de forte intensidade, com irradiação para dorso. Ao exame: normocorada, afebril, RHA +, com dor à palpação profunda de hipocôndrio direito sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: hemograma, parcial de urina e bilirrubinas normais. Discreta elevação de fosfatase alcalina, gamaglutamiltransferase e aminotransferases. Endoscopia digestiva alta normal e ecografia abdominal com dilatação de 10 mm de vias biliares extra-hepáticas. Melhora da dor com analgésico e antiespasmódico endovenoso. O médico de plantão interpretou a dilatação das vias biliares como uma consequência da colecistectomia prévia e liberou a paciente. Após seis meses, a paciente retorna com mesmo quadro clínico e laboratorial e com persistência da dilatação das vias biliares à ecografia abdominal. Após medicação sintomática, foi encaminhada para o gastroenterologista que solicitou uma colangiorressonância cujo resultado foi discreta dilatação das vias biliares extra-hepáticas até o nível da papila duodenal maior, sem fatores obstrutivos. Nesse caso, o próximo passo para investigação diagnóstica, é realizar:
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