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Saúde • Doencas Vasculares • Pref. Gaspar/SC • 2023
O pé diabético é uma complicação crônica grave do diabetes. Consiste em lesões nos tecidos profundos associadas a distúrbios neurológicos e doença vascular periférica nos membros inferiores. A incidência de pé diabético aumentou devido à prevalência mundial de diabetes melito (DM) e à expectativa de vida prolongada de pacientes diabéticos. Em relação à esta patologia é correto afirmar: I. A história natural destes pacientes é desconcertante. O risco de morte em 5 anos para pacientes com ulceração no pé com diabetes é 2,5 vezes maior que em pacientes com diabetes sem ulceração. Além disso, a presença de quadros infecciosos moderados ou graves leva a algum nível de amputação. II. Vários fatores determinantes estão ligados ao aparecimento e ao desenvolvimento do pé diabético, como a neuropatia periférica, as doenças oclusivas arteriais e as infecções. Estas se manifestam de várias formas e com diferentes graus de comprometimentos. III. As culturas para vírus devem ser preferencialmente coletadas por meio de aspirado dos abscessos locais, curetagem da úlcera e desbridamento de tecido necrótico. IV. A primeira classificação específica publicada para o pé diabético foi a de Meggitt-Wagner. Ela consiste em um sistema linear que contempla seis graus de comprometimento. Trata-se de uma classificação simples de ser utilizada, mas que apresenta limitações, como não considerar a doença arterial e a infecção nas lesões superficiais e não citar a neuropatia como fator patogênico da lesão. Apesar de “simples” e “incompleta”, ela é um excelente preditor para amputação. A alternativa correta é:
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