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Saúde • Diabetes Mellitus • Pref. Guaraniaçu/PR • 2024
Uma senhora de 72 anos chega ao ambulatório com queixas de poliúria, polidipsia e infecções urinárias de repetição. Nega doenças crônico-degenerativas e tabagismo. Refere realizar atividades físicas leves e adotar dieta balanceada. De antecedentes familiares importantes, refere que a mãe teve hipertensão arterial sistêmica e diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Baseando-se no relato da paciente e exame físico, o clínico de plantão considera a hipótese diagnóstica de DM2. Considerando-se a avaliação laboratorial para confirmação diagnóstica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. (_) Os critérios laboratoriais para diagnóstico de DM2 incluem glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl, glicemia 2 horas após o teste de tolerância oral à glicose (TOTG) maior que 140mg/dl e hemoglobina glicada maior ou igual a 6,5%. (_) É recomendado como critério de diagnóstico de DM a glicemia plasmática de jejum maior ou igual a 126mg dl, ou a glicemia duas horas após sobrecarga de 75g de glicose igual ou superior a 200mg/dl, ou a HbA1c maior ou igual a 6,5%. (_) O diagnóstico de DM deve ser estabelecido por identificação da hiperglicemia. Podem ser usados a glicemia plasmática de jejum, o TOTG e a hemoglobina glicada. Para confirmação diagnóstica, é necessário que dois exames estejam alterados. Se somente um exame estiver alterado, o diagnóstico poderá ser descartado. (_) Para isto o diagnóstico de DM, podem ser usados a glicemia plasmática de jejum, o TOTG e a hemoglobina glicada. Para confirmação diagnóstica, é necessário que dois exames estejam alterados. Se somente um exame estiver alterado, este deverá ser repetido para confirmação.
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