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Saúde • Cardiologia • UERJ • 2023
Mulher de 66 anos, com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e hipertensão arterial sistêmica (HAS), em uso irregular das medicações, foi internada com quadro de síndrome coronariana aguda e dispneia. O eletrocardiograma (ECG) apresenta aumento de troponina, sem supradesnivelamento do segmento ST, e o cateterismo cardíaco mostra lesões complexas nos três vasos principais, sem possibilidade de angioplastia e cirurgia, além de fração de ejeção de 45%. O quadro evoluiu com disfunção de ventrículo esquerdo (VE) e fibrilação atrial persistente. Pensando nas medicações antitrombóticas na alta dessa paciente, a melhor opção terapêutica é usar:
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