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Pedagogia • Psicologia Educacional • Pref. Jaborá/SC • 2024
Diz-se que uma pessoa possui um valor e legitima as normas decorrentes quando, sem controle externo, pauta sua conduta por elas. Por exemplo, alguém que não rouba por medo de ser preso não legitima a norma "não roubar": apenas a segue por medo do castigo e, na certeza da impunidade, não a seguirá. Em compensação, diz-se que uma pessoa legitima a regra em questão ao segui-la independentemente de ser surpreendida, ou seja, se estiver intimamente convicta de que essa regra representa um bem moral. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) algumas considerações são norteadoras para o entendimento dos processos psicológicos presentes na legitimação de regras morais, sendo elas:
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