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PedagogiaEducacao FisicaPref. Senador Canedo/GO2014

Leia o texto a seguir. Boa parte das descrições sobre o desenvolvimento inf antil areferem- se aos atos de pegar, engatinhar, sugar, a ndar, cor- rer, saltar, girar, rolar, e assim por diante, movi mentos que constatamos em quase todas as crianças. O que se es pera é que as crianças possam, da melhor forma possível, a presen- tar em cada período de vida uma boa qualidade de mo vi- mentos, de acordo com certos modelos teóricos apres enta- dos, ou seja, que aos três anos, por exemplo, corra m ou an- dem com certa habilidade, que saltem de uma certa f orma aos sete anos etc. É claro que é desejável que todo s tenham habilidades bem desenvolvidas, mas o risco que se c orre é o de estreitar a visão para o problema, destacando o ato motor com alguma coisa que ocorre unilateralmente. Ora, u m sim- ples ato de pegar possui muitos recursos, mas o que tem de ser pego está fora dela, daí o sujeito precisar sem pre com- pletar-se no mundo, que possui a parte que lhe falt a. FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro : teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 1999. p. 23. A tese do autor a respeito de um dos objetivos da e duca- ção física na escola é vinculada a uma concepção de edu- cação

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