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História • Historia Antiga • Pref. Guabiruba/SC • 2019
Santo Agostinho, no clássico A Cidade de Deus, ofertou ao mundo ocidental uma síntese entre o pensamento platônico e o cristianismo. Nele, afirmou o seguinte: Algumas vezes, seja com o lei geral, seja por ordem temporária e particular, Deus ordena o homicídio. Ora, não é moralmente homicida quem deve à autoridade o mandato de matar, pois não passa de instrumento, como a espada com que fere. Desse modo, não infringiu o preceito quem, por ordem de Deus, fez guerra ou, no exercício do poder público e seguindo as leis, quer dizer, segundo a vontade da lei mais justa, puniu de morte criminosos; assim também não acusam Abraão de crueldade, mas gabam-lhe piedade, quando, assassino por obediência, quer matar o filho. (AGOSTINHO, Aurélio. A Cidade de Deus. Petrópolis: Vozes. 1984. p. 51.) O conceito histórico que está vinculado ao trecho acima descrito, presente no livro A Cidade de Deus, escrito pelo teólogo do século VI da era cristã, Santo Agostinho, é o de:
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