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saude-publicaDoencas InfecciosasPref. Carlos Barbosa/RS2024

Na sífilis congênita, espera-se que os testes não treponêmicos das crianças expostas declinem aos três meses de idade, devendo ser não reagentes aos seis meses, nos casos em que a criança não tenha sido infectada ou que tenha sido adequadamente tratada. A resposta pode ser mais lenta em crianças tratadas após um mês de idade. Idealmente, o exame deve ser feito com o mesmo método e no mesmo laboratório. A falha no tratamento em prevenir a ocorrência de sífilis congênita é indicada por:I. Persistência da titulação reagente do teste não treponêmico aos seis meses de idade.II. Aumento nos títulos não treponêmicos em duas diluições ao longo do seguimento (ex.: 1:2 ao nascimento e 1:8 após).III. Teste treponêmico reagente após término de tratamento.Quais estão corretas?

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