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Saúde • Traumatologia • Pref. Timbaúba/PE • 2024
As fraturas dos metacarpos e falanges são comuns. Elas resultam de trauma direto, lesões por torção ou mesmo por poderosas contrações musculares. A maioria dessas fraturas pode ser tratada de maneira simples, atingindo bons resultados. No entanto, um tratamento inadequado pode levar à rigidez articular de um dedo ou de toda a mão, o que provoca a perda da capacidade funcional. A compreensão de certos princípios no tratamento pode evitar resultados catastróficos. Sobre esse tema, analise os itens a seguir. I. As fraturas da cabeça dos metacarpianos sem desvios significantes podem ser tratadas com imobilização gessada por três semanas. Aquelas que comprometem a integridade articular devem ser reduzidas e fixadas com fios de Kirschner ou parafusos, tomando-se o cuidado de manter a vascularização, preservando as partes moles presas aos fragmentos da fratura. II. A fratura de Rolando é uma fratura intra-articular da base do primeiro metacarpiano em que o componente maior da articulação sofre luxação radial e dorsalmente pela tração do músculo abdutor longo do polegar. O tratamento preconizado é a redução e a fixação com um ou dois fios de Kirschner. Se a redução incruenta não for possível, indica-se a redução aberta e a fixação também com fio de Kirschner. III. As falanges média e proximal são revestidas dorsalmente pelo aparelho extensor e ventralmente pelos tendões flexores, o que favorece a aderência desses no foco da fratura, dificultando seu deslizamento e limitando a movimentação. Estão corretos os itens:
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