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Saúde • Infectologia • Pref. Nova Friburgo/RJ • 2023
A toxoplasmose congênita é prevalente no Brasil e estima-se que nasçam de 5 a 23 crianças infectadas a cada 10.000 nascidos vivos. A maioria dos casos de toxoplasmose materna é assintomática ou apresenta sintomas bastante inespecíficos, mas mesmo na ausência de sintomatologia, o diagnóstico da infecção pelo Toxoplasma gondii na gravidez é extremamente importante, tendo como objetivo principal a prevenção da toxoplasmose congênita e suas sequelas. Aproximadamente, 85% dos recém-nascidos com toxoplasmose congênita não apresentam sinais clínicos evidentes ao nascimento. No entanto, uma avaliação mais detalhada pode mostrar alterações e, por isso, todo recém-nascido com suspeita para toxoplasmose congênita deve ser submetido à investigação completa para o diagnóstico final. Analise as situações a seguir. I. Presença de DNA de Toxoplasma gondii em amostras de líquido amniótico da mãe ou em tecido do fetais, líquor, sangue ou urina da criança. II. IgG anti-Toxoplasma gondii persistentemente reagente após 6 meses de idade. III. Níveis séricos de anticorpos IgG anti-Toxoplasma gondii em queda em, pelo menos, duas amostras seriadas com intervalo mínimo de três semanas durante os primeiros 12 meses de vida. IV. Retinocoroidite e/ou hidrocefalia e/ou calcificação cerebral com IgG reagente, afastadas outras infecções congênitas, e mãe com toxoplasmose confirmada na gestação. Considerando os critérios diagnósticos para a confirmação de casos suspeitos de toxoplasmose congênita, está correto o que se afirma apenas em
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